quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Vida em Revista



Já fez um mês que deixei de ser estagiária. Sim, um mês que estou trabalhando na Revista Interativa, com diagramação, publicidade e afins. Enfim, agora exatamente na minha área. Diria que não é apenas um emprego, é um teste de paciência!

Estava tudo muito bonito, muito bacana, muito legal, até deparar-me com os primeiros contratempos nesta última semana: “Clientes pé no saco”. Essas pessoas mal-educadas ou que não sabem o que querem e fazem você mudar o layout 357 vezes em um dia. Pessoas são extremamente complicadas! Perguntei-me nesta semana, pelo menos umas 3 vezes, o porquê de não ter dado continuidade ao meu sonho de ser médica legista. Certamente, nunca teria problemas com meus futuros clientes. Absolutamente, nunca reclamariam do meu trabalho. Mas, como tudo na vida tem um porquê, eu estava predestinada a ser publicitária.

Bem, na verdade, eu posso a qualquer momento trabalhar vendendo côcos em alguma praia por aí. Cabeça fresca e tals, um futuro promissor talvez.

Entretanto, estou aprendendo muito! Um pouco mais de Photoshop, Indesign, Corel, e principalmente um pouco mais de paciência. Sempre fui uma pessoa calma, até me “tirarem do sério”. Mas lá estou, percebendo como tudo é realmente muito corrido e com prazos curtíssimos. Quando estagiei em uma agência em São Paulo, me assustei com a correria e imaginei: “Pô, é assim porque é uma empresa grande e pá, em outras agencias deve ser muito mais fácil”. Me enganei, claro. Mas foi isso que eu escolhi.

E durante esses dias, em meio à correria, quando se aproxima o fechamento da edição, quando você tem menos de 24 horas pra entregar tudo prontinho, é que a gente sente aquele desespero, aquela vontade imensa de espancar o chefe, o cliente, o concorrente, que você sente que seus nervos já estão fora da sua pele, que você sente vontade de gritar e de bater com sua cabeça na parede perguntando-se porque não seguiu a profissão que a sua avó queria de professora de primário, ou porque não concluiu o curso de enfermagem e casou-se com um médico milionário como Dr. Hollywood.

E sabe por que, ainda assim, eu escolhi trabalhar com isso?
Porque é impagável ver chegar prontinho o seu produto, no meu caso, a revista, com tudo o que você batalhou pra fazer impresso nela! Porque é gratificante as pessoas abordarem você na rua dizendo o quanto gostaram do seu trabalho (claro que os clientes pé-no-saco jamais fariam isso, mas eles que se fodam!). Porque publicitário PODE “se achar o cara” com tudo isso.

E eu amo publicidade. Porque eu amo ter idéias de madrugada e anotar num papel pra colocar em prática no dia seguinte, porque eu adoro ver outdoors nos grandes centros urbanos também, porque eu choro inclusive assistindo comerciais de ração pra cachorros, porque eu amo arte. Porque a gente pensa, que de alguma forma, pode mudar o mundo ou pelo menos tocar o coração de algumas pessoas (mesmo que os clientes “pé-no-saco” não estejam incluídos nessa lista), porque a gente gosta de ser diferente e fazer a diferença. Porque fazer tudo isso, não envolve apenas criatividade, envolve entusiasmo, amor, emoção, suor, inspiração, noites sem dormir, e o principal: PACIÊNCIA!


Publicidade também é uma arte!

sábado, 17 de outubro de 2009

Mude


Mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.

Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa.

Mais tarde, mude de mesa.

Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua.

Depois, mude de caminho, ande por outras ruas,calmamente,observando com atenção os lugares por onde você passa.

Tome outros ônibus.Mude por uns tempos o estilo das roupas.

Dê os teus sapatos velhos. Procure andar descalço alguns dias.

Tire uma tarde inteira pra passear livremente na praia, ou no parque,e ouvir o canto dos passarinhos.

Veja o mundo de outras perspectivas.

Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.

Durma do outro lado da cama...depois, procure dormir em outras camas.

Assista a outros programas de TV, compre outros jornais... leia outros livros.

Viva outros romances.

Não faça do hábito um estilo de vida.

Ame a novidade.Durma mais tarde.

Durma mais cedo.

Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.

Corrija a postura.

Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas cores, novas delícias.

Tente o novo todo dia,o novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor, a nova vida.

Tente.Busque novos amigos.

Tente novos amores.

Faça novas relações.

Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes,tome outro tipo de bebida, compre pão em outra padaria.

Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.

Escolha outro mercado... outra marca de sabonete,outro creme dental...tome banho em novos horários.

Use canetas de outras cores

Vá passear em outros lugares.

Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.

Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos, escrevas outras poesias.

Jogue fora os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.

Abra conta em outro banco.

Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.

Mude.

Lembre-se que a vida é uma só.

E pense seriamente em arrumar um novo emprego,uma nova ocupação, um trabalho mais light, mais prazeroso,mais digno, mais humano.

Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.

Seja criativo.

E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.

Experimente coisas novas.

Troque novamente.

Mude, de novo.

Experimente outra vez.

Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas.

Mas não é isso o que importa.

O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.

Só o que está morto não muda!

domingo, 27 de setembro de 2009

"Não existe desespero tão absoluto quanto aquele que surge nos primeiros momentos de nosso primeiro grande sofrimento, quando não conhecemos ainda o que é ter sofrido e ser curado, ter se desesperado e recuperado a esperança."

Um homem e uma mulher vivem uma intensa relação de amor, e depois de alguns anos se separam, cada um vai em busca do próprio caminho, saem do raio de visão um do outro. Que fim levou aquele sentimento? O amor realmente acaba?
O que acaba são algumas de nossas expectativas e desejos, que são subtituídos por outros no decorrer da vida. As pessoas não mudam na sua essência, mas mudam de sonhos, mudam de pontos de vista e de necessidades, principalmente de necessidades. O amor costuma ser amoldado à nossa carência de envolvimento afetivo, porém essa carência não é estática, ela se modifica à medida que vamos tendo novas experiências, à medida que vamos aprendendo com as dores, com os remorsos e com nossos erros todos. O amor se mantém o mesmo apenas para aqueles que se mantém os mesmos.
Se nada muda dentro de você, o amor que você sente, ou que você sofre, também não muda. Amores eternos só existem para dois grupos de pessoas. O primeiro é formado por aqueles que se recusam a experimentar a vida, para aqueles que não querem investigar mais nada sobre si mesmo, estão contentes com o que estabeleceram como verdade numa determinada época e seguem com esta verdade até os 120 anos.
O outro grupo é o dos sortudos: aqueles que amam alguém, e mesmo tendo evoluído com o tempo, descobrem que a parceira também evoluiu, e essa evolução se deu com a mesma intensidade e seguiu na mesma direção. Sendo assim, conseguem renovar o amor, pois a renovação particular de cada um foi tão parecida que não gerou conflito.
O amor não acaba. O amor apenas sai do centro das nossas atenções. O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar. Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice. Paixão termina, amor não.
Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Aprendendo aos poucos...


Postando hoje uma das pequenas reflexões que escrevi este ano.

Tenho 22 anos. Não dá pra saber tudo sobre a vida com essa idade. Porque eu acho que ainda não vivi nem a metade. Não sei!
Presto atenção nas poucas experiências que tive, para que me sirvam de lição. As dolorosas são as que mais ensinam, mas também não posso esquecer das boas.
Talvez a que mais em ensinou, foi a experiência do perdão. É fato que todo mundo um dia vai te machucar, e que você tbm vai machucar alguém. Logo, se não existisse o perdão, viveríamos em guerra constante com o mundo e com nós mesmos. Não cultive raiva, as pessoas mudam e as promessas sempre são quebradas. Aprenda a ser humilde.
Lute. Se vc desiste de lutar pelo que quer, sua vida acaba perdendo o sentido. Sonhe alto, sem medo. Mas não se compare a outras pessoas, e sim com o melhor que vc pode ser.
Não se sinta culpado por não ter feito as coisas diferentes do que fez. Se o tempo voltasse, vc faria do mesmo jeito, pois geralmente era a única forma que vc podia ter feito no momento. Ninguém é vitima nem culpado.
Dor ou tristeza? Não há quem nunca tenha sentido. Porque, de uma forma ou de outra, sempre perdemos alguém que a gente ama. O sofrimento não é “opcional” como dizem. Ele é inevitável e às vezes intenso! Mas ele passa... pode até voltar a latejar em dias chuvosos, mas depois da chuva, vem o sol novamente.
Não é feio nem vergonhoso chorar, é apenas uma forma de expressar o que sentimos.
Amizade. Talvez, na Terra, seja a palavra mais importante. Ninguém pode viver sozinho, é necessário dividir as as alegrias e as tristezas.
Ainda tenho muito a aprender sobre a felicidade, mas posso falar o que sei sobre a alegria. Sei que ela não está em limusines, nas festas caríssimas ou em ternos Armani. Mas sim nas pequenas coisas, como estar com que a gente gosta, olhar o pôr-do-sol, se entupir do chocolate preferido, ficar horas a fio com os amigos, brincar com os cachorros, ganhar uma flor roubada ou deitar no chão e ficar horas olhando para o céu, esperando ver uma estrela cadente.
Quanto ao amor, é algo tão grande, tão amplo e desconhecido, que eu prefiro nem falar muito sobre isso. Talvez apenas lembrar que com a mesma letra que se inicia a palavra “Amor”, também se inicia a palavra “Adeus” e que não tem remédio pra isso, a não ser o tempo. Mas posso falar sobre paixão, que é aquilo que sentimos sempre que fazemos algo que gostamos.
Sobre a morte, a única coisa que sei é que ela vai chegar, não posso dizer quando nem onde. Deveríamos nos preocupar com ela, de modo a nunca deixar para depois o telefonema que devemos dar agora.
Olhe nos olhos das pessoas, antes de olhar para as roupas que elas vestem. Assim vc vai saber muito mais sobre ela, e vai evitar enganos com falsas aparências. E aceite as pessoas como elas são, saiba que muitas vezes nem desconfiamos dos traumas e dores que cada uma carrega na alma, e acabamos julgando-as equivocadamente.
Não me preocupo tanto como antes. Geralmente quando uma porta se fecha, outra abre, e viver é um eterno aprendizado. Além disso, parafraseando Luis Fernando Veríssimo, devemos desconfiar do destino, e acreditar mais em nós!
E o tempo não pára!!!

“...e depois de todas as tempestades e naufrágios o que fica de mim e em mim é cada vez mais essencial e verdadeiro...”

domingo, 9 de agosto de 2009

Peixes... sempre o último!


Vou falar hoje sobre o quanto eu ODEIO ser do signo de peixes.
ODEIO ser de peixes. E tenho bons motivos pra isso. Você, pisciano ou não, vai acabar concordando comigo.
Piscianos vivem nadando, geralmente, para baixo, quanto mais fundo, melhor. É quase um ser abissal. É um signo que costuma se sacrificar pelos outros. E na maioria das vezes, se fode.
Piscianos tem tendência a depressão. Se não bastasse isso, nós ainda damos uma forcinha pra situação. Se estamos tristes, a tendência é se trancar no quarto e ficar ouvindo as músicas mais depressivas do playlist. E chorar. Como pisciano chora! E sofre! E gosta de sofrer.
Talvez por isso piscianos muitas vezes se tornam poetas ou artistas.
Temos muitos amigos sim. Mas nossos melhores amigos as vezes são aqueles comprimidinhos que só compramos com receita médica. Ou então, aquelas coisas geladas que encontramos nos bares da vida. Ah claro, o chocolate também.
Peixes é o signo do povo da noite, do lado B, daquilo que destrói. E se autodestrói. Se ele sabe que lá pode ter algo pra te machucar, é lá que ele vai.
E somos sensíveis. Choramos por tudo: pelas crianças que não foram adotadas, pelos idosos que estão no asilo, pela morte do cachorro da prima da sua vizinha. Adoramos sofrer.
E como somos bobos. Fazemos o trabalho dos outros pra ajudar, e nos sacrificamos, e mudamos até de país se for para o bem da humanidade, e tomamos na cabeça, e não aprendemos.
E sofremos também com o problema alheio, e tomamos dores, e esquecemos da vida própria, e nos ferramos de novo, porque daí esquecemos de pagar as contas, e de dar comida ao cachorro, de estudar pra prova da faculdade...
E vivemos no mundo da lua. Odeio essa mania de ficar imaginando histórias de amor, príncipes que nunca vão chegar, lugares que só vou estar se ganhar na mega sena, e de ficar se colocando no lugar da atriz do filme que sempre tem um final feliz. E depois chorar litros quando cair na real.
E até tentamos ser otimistas e aplicar na vida real a frase "A felicidade está dentro de nós". Tentamos sim. E quando estamos conseguindo daí sempre vem algo pra estragar todo o sacrifício: morre o peixe de estimação, somos deserdados, perdemos o emprego, ou levamos um pé na bunda do namorado, ou descobre que é corno, ou vê no Jornal Nacional que milhões de crianças estão morrendo de fome na Somália. Assim, não há coração que aguente!
E também não sabemos dizer não. E não sabemos brigar, e logo estamos conversando com quem nos mandou tomar no cú um minuto atrás. E depois reclamamos que somos vítimas da situação, da vida, do contador, do patrão e até do filho que ainda não nasceu. Tá, geralmente somos vítimas mesmo.
Tá vendo porque odeio ser peixes? Agora to aqui, ouvindo Kate Perry. E comendo chocolate.
A única vatagem de ser peixes é que, segundo astrólogos, estamos na nossa última encarnação.
Adeus, mundo cruel!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Quando o vento mudar...


Nestas últimas semanas a dúvida tomou conta de mim. É como aquela propaganda da operadora OI, que diz “Should I Stay or Should I Go?”. Eu deveria ir ou ficar? Abandonar meu estágio de dois anos por um estágio de um mês em São Paulo, ou continuar na Assessoria de Imprensa? Por um lado a segurança e conforto que tenho aqui, por outro, o primeiro passo para realização de um sonho, afinal, um estágio na CTO publicidade certamente contaria muito no meu currículo. E São Paulo sempre foi pra mim a “Cidade dos Sonhos”.
Pensei, pensei, pedi opiniões, pensei de novo, mas o poder de decisão sempre foi meu ponto fraco, até para escolher o sabor do sorvete. Comecei então a prestar atenção nos sinais (devo estar lendo muito Paulo Coelho...)
Engraçado que os sinais sempre aparecem quando você está atento a eles. Além do horóscopo sempre favorável (falando sobre coragem para novos rumos e que é o momento para lutar pelo que se deseja), hoje pela manhã, quando abri o jornal, me deparei com um texto bem interessante, de um psicólogo chamado Oswaldo Longo Junior:

“Quando estamos presos em uma ilha, náufragos após uma tempestade do destino, então devemos nos preparar para a necessidade de um dia tentar sua partida.
Dia após dia viveremos o dilema eterno de ficar, não arriscar novas tentativas de vida e contar com o que estamos nos acostumando a ter ou sair.
Ir embora e ter pela frente aquele imenso mar azul, sem saber ao certo aonde chegaremos depois dele, se é que um dia chegaremos.
Vivemos dias incertos, não existe mais segurança, e quando o vento mudar sua direção, então esse é o sinal para deixarmos tudo e arriscarmos novas terras.
Em meio à crise, crie! Esta frase pode ser algo inteligente se soubermos aproveitar as novas oportunidades.
Quando a hora chegar, então talvez seja o momento de trilhar novos caminhos, buscar espaços nunca vistos e contar com o apoio de quem sempre esteve ao seu lado em sua ilha.
Transformações são reformas muitas vezes forçadas, mas que podem trazer grandes vantagens no futuro.
O medo pode deixar você na ilha. A proteção da mesma até acalma, mas você sabe que ali não é o seu lugar e que, se realmente você que continuar vivo, então terá que navegar.
Fique atento aos ventos, aceite os novos desafios, e se possível, vá atrás de seus motivos essenciais para continuar a viver.”

E como sempre digo: “Não tenho medo de tempestades, pois estou aprendendo a navegar meu barco!”


ACHO que está decidido!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

30 dicas para escrever bem!


1. Deve evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc.

2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.

3. Anule aliterações altamente abusivas.

4. não esqueça as maiúsculas no inicio das frases.

5. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.

6. O uso de parêntesis (mesmo quando for relevante) é desnecessário.

7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.

8. Evite o emprego de gíria. Ninguém merece isso, mesmo que pareça maneiro, valeu?

9. Nunca use palavras de baixo calão, porra! Elas podem transformar o seu texto numa merda.

10. Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.

11. Evite repetir a mesma palavra pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.

12. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.

13. Frases incompletas podem causar

14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma idéia várias vezes.

15. Seja mais ou menos específico.

16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!

17. A voz passiva deve ser evitada.

18. Utilize a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação

19. Quem precisa de perguntas retóricas?

20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.

21. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.

22. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”

23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.

24. Não abuse das exclamações! Nunca! O seu texto fica horrível!

25. Evite frases exageradamente longas pois estas dificultam a compreensão da idéia nelas contida e, por conterem mais que uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, desta forma, o pobre leitor a separá-la nos seus diversos componentes de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.

26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúa portuguêza.

27. Seja incisivo e coerente, ou não.

28. Não fique escrevendo no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambigüidade – e esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo.

29. Outra barbaridade que tu deves evitar é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras, carajo!

30. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá agüentar, já que é insuportável o mesmo final escutar o tempo todo sem parar.


Este post com as dicas para esrever melhor não fui eu quem fiz, mas vi em um blog e achei bem interessante! Encontre-o aqui!